Projeto Aconchego torna a experiência da maternidade mais feliz e completa

A gestação é um momento único. Um misto de sentimentos como ansiedade, expectativa, preocupação, insegurança e muito, mas muito, amor! Quem já é mãe – ou quem já acompanhou de perto uma gestante – sabe que os preparativos nessa fase são variados. E as dúvidas, mais ainda.

Que tipo de parto é o melhor? E se eu não tiver forças para o parto normal? Como eu vou amamentar meu bebê? E o banho? Será que vou saber cuidar da saúde e da nutrição dele?

Para ajudar as futuras mamães a se prepararem para este momento especial, o Hospital e Maternidade Dr. Paulo Fortes realiza, desde 2014, o projeto Aconchego: um curso gratuito para gestantes de São Mateus do Sul e Antônio Olinto.

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A iniciativa tem o objetivo de empoderar as mulheres, ou seja, fazer com que elas tenham as informações sobre todas as etapas da gestação e dos primeiros anos da vida de seus filhos. Assim, elas podem garantir seus direitos e escolher o melhor para si e para sua família.

Quanto mais preparadas e informadas, mais seguras as gestantes vão estar. Por isso, um dos resultados esperados é a redução das cesáreas, já que as mulheres estarão mais seguras para optar por um parto normal.

“A gente costuma temer o que não conhece. É importante tirar esses mitos sobre os tipos de parto, porque, quando as mulheres conhecem o funcionamento do seu corpo, elas sentem-se mais preparadas”, destaca Michelle Niviadonski, assistente social do projeto.

Para oferecer a adequada assistência às gestantes, o projeto também conta com a enfermeira Cassiane Dalcanton Pomagerski, a nutricionista Carla Zawycki e a assistente administrativa Regine Irber de Melo.

O Projeto Aconchego prevê 4 encontros (um a cada mês) para cada turma, durante os quais são trabalhados os seguintes temas: fases da gestação, droga lícitas e ilícitas, adoção, técnicas de relaxamento, tipos de parto e fases do desenvolvimento infantil.

A próxima turma tem início em setembro e as interessadas podem fazer suas inscrições no Hospital e Maternidade Dr. Paulo Fortes.

Você também pode ser um voluntário e contribuir com este projeto ou com outras ações do hospital. Saiba mais em: http://www.facebook.com/hpaulofortes

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Que tipo de comida oferecer às crianças e o que evitar?

Como está a saúde dos seus filhos? Um número cada vez maior de crianças e adolescentes tem desenvolvido problemas relacionados à má alimentação que vão muito além do excesso de peso. Parece inacreditável, mas hoje em dia muitas crianças sofrem com doenças que antes eram mais conhecidas em adultos, como diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto, distúrbios hormonais. Há também os casos de distúrbios alimentares como bulimia e anorexia.

A solução para problemas tão sérios é mais simples do que parece e pode estar à mesa da sua casa. Por isso, hoje vamos falar sobre os alimentos que devem ser incentivados nas refeições da sua casa e também sobre aqueles que são um perigo e devem estar longe da sua família.

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Para que a criança aprenda a consumir os alimentos mais saudáveis, é necessário um trabalho conjunto entre família e escola. Neste caso, o exemplo é essencial. É muito mais fácil convencer uma criança a provar legumes se ela vir seu prato repleto deles. Da mesma forma, no ambiente escolar, os pequenos são influenciados pelos hábitos dos coleguinhas – sejam estes costumes bons ou ruins.

De maneira geral, o prato deve ser completo e variado, com alimentos saudáveis e, preferencialmente, in natura (ou seja, evite alimentos processados). Observar as rotinas de alimentação, o local adequado, a mastigação e o tempo dedicado à alimentação também são fatores importantes.

Como está a alimentação na sua casa? Você é um bom exemplo para os seus filhos? Fica a reflexão. Abraço a todos e uma boa semana.

Ação cooperada mostra que investir na educação das crianças é apostar num futuro melhor

Você já parou para pensar sobre a importância da educação na primeira infância para o desenvolvimento dos seres humanos? As creches, como são popularmente conhecidos os centros de educação infantil, têm um papel que vai muito além de simplesmente cuidar das crianças enquanto os pais trabalham.

O primeiro contato com a educação é tão importante quanto uma formação superior, por exemplo. É neste momento em que a criança tem o primeiro contato com o aprendizado, desenvolve a curiosidade e a vontade de aprender. As habilidades desenvolvidas nos primeiros anos de vida vão acompanhá-la para sempre.

 

Por isso, todas as crianças têm direito à educação básica gratuita e de qualidade, e é responsabilidade dos municípios garantir este direito. No entanto, quando há envolvimento das famílias e da comunidade, as condições de ensino nos centros municipais de educação básica (CMEIs) pode ser muito melhor.

Um exemplo de ação de sucesso para garantir a qualidade da educação para os pequenos é a promovida pelos funcionários do Sicredi de São Mateus do Sul. Com o apoio de cooperados e de empresas da região, eles fizeram uma série de melhorias no CMEI Arco-íris, do Jardim Santa Cruz, como parte da mobilização nacional do Dia de Cooperar, celebrado no dia 2 de julho.

A instituição de educação infantil beneficiada foi escolhida com o apoio da equipe da Secretaria Municipal de Educação. De acordo com a gerente da unidade de atendimento do Sicredi em São Mateus do Sul, Felicia Przybyszewski, o resultado foi muito além do esperado. A primeira surpresa veio pela capacidade de mobilização dos associados da cooperativa e de outras empresas da região. As doações fizeram com que a equipe tivesse que atualizar o planejamento, aumentando os benefícios para aquele CMEI.

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Após três semanas de trabalho, na cerimônia oficial de entrega das melhorias, quem surpreendeu foram as próprias crianças. Ensaiadas pelas professoras, elas fizeram uma apresentação especial para agradecer aos voluntários que se doaram para esta iniciativa. “Foi muito emocionante! Eles realmente mexeram com a gente”, relembra, comovida, a gerente do Sicredi.

A ação beneficiou diretamente 68 crianças e plantou também uma semente importante em toda a comunidade são-mateuense. Esse exemplo demonstra a capacidade de mobilização da nossa população. Momentos como esses comprovam que podemos fazer mais quando atuamos juntos. E quando essa união é voltada para a formação das nossas crianças, ela toma proporção ainda maiores, pois nas crianças repousa o futuro da nossa cidade e do nosso país. Precisamos fazer mais por elas!

Dez passos para alimentar a saúde dos seus filhos

Por Maristela Vaccari Toppel
Nutricionista CRN: 8-131

mamae-e-bebe_selo-comida-e-saudoSou nutricionista há muitos anos e sei da relação direta entre alimentação saudável e o bem-estar de toda a família. Por isso, aceitei o convite da loja Mamãe & Bebê para compartilhar com vocês o meu conhecimento e a minha experiência relacionados à nutrição. Este também será um canal aberto para responder às dúvidas de vocês, trocar ideias e também aprender com vocês.

Hoje vamos começar falando sobre a amamentação. Nossas primeiras relações sociais ocorrem em torno do ato da nutrição – é na amamentação, que o contato com o alimento se inicia. O bebê depende totalmente de quem o alimenta, estabelecendo-se a partir disso uma relação muito intensa e cheia de significados. Ao alimentar seu bebê, a mãe continua, através desse ato, a dar-lhe vida. Quando esta relação com a mãe é estabelecida saudavelmente desde o início, a criança se torna mais segura e feliz. Este é o primeiro passo para desenvolver bons hábitos alimentares ao longo de seu crescimento.
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Dica de culinária: pipoca falsa para crianças

A nossa dica de hoje é simples e fácil de fazer. Toda criança adora pipoca.Mas nós, da loja Mamãe & Bebê, entendemos o medo de que a criança se engasgue com as casquinhas do milho que ficam na pipoca.

Uma saída é testar uma receita diferente em sua casa, substituindo o milho por sagu! Isso mesmo, é só colocar as bolinhas de sagu com um pouquinho de óleo na panela e preparar como se fosse pipoca.

O segredo é não colocar muito sagu, para que as bolinhas estourem de maneira regular. Depois, é só saborear em família, assistindo a um filme divertido. Bom apetite!

Experimente e conte para nós!

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5 razões para valorizar o desenvolvimento cultural do seu filho

DIa do Imigrante

Para marcar o Dia do Imigrante, comemorado em 25 de Junho, vamos falar sobre a importância da preservação cultural no desenvolvimento de seu filho. A Loja Mamãe & Bebê está localizada em São Mateus do Sul, cidade que carrega na sua história a força e a perseverança de imigrantes.

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Foto: Daniel Derevecki

Uma das mais importantes expressões culturais é a dança. Na cidade, o Grupo Folclórico Polonês Karolinka é um exemplo de valorização das tradições. Criado há quase 25 anos, desde 1998, a instituição mantém também um grupo infantil, no qual as crianças desenvolvem várias habilidades importantes para a infância.

 

Este ambiente cultural favorece o desenvolvimento do seu filho. Por que a cultura é importante para as crianças?

1 – Estimula comportamentos positivos: as atividades culturais moldam as experiências das crianças e desencorajam atitudes ruins para a vida em sociedade. Valores de preservação e de respeito às diversas manifestações culturais prevalecem. Seu filho talvez não perceba isso hoje, mas vai reconhecer a importância dessa dedicação quando for mais velho.

2 – Desenvolve tolerância e criatividade: compreender a limitação de si mesmo ou do outro gera empatia e percepção de que, apesar de nossas diferenças, compartilhamos coisas em comum. A dança folclórica exercita a disciplina, mas também a capacidade de criação, essencial para os pequenos.

3 – Ajuda a pensar em comunidade: quem participa de um grupo folclórico sabe que faz parte de um trabalho coletivo de preservação de uma história. Em São Mateus do Sul, a colonização polonesa possibilita um senso comunitário forte, ao qual o Grupo Karolinka se integra a partir de suas atividades. Assim, seu filho aprende a reconhecer o que é de todos, e que todos dependem da atitude dele.

4 – Colabora com a autoestima: sentir-se valorizado é importante para uma criança, que busca ser reconhecida por seus amigos ou familiares. Seu filho só consegue definir quem ele é quando descobre a que grupo, etnia ou região ele pertence. Acredite, isso vai acompanhá-lo por toda vida.

5 – Fortalece o vínculo entre crianças e adultos: tradições e costumes transmitidos de pais e mães para os filhos cria cumplicidade, confiança. As histórias que passam de geração em geração ensinam os pequenos a projetar o futuro, e é um aprendizado e tanto de história, geografia, religião, além de aguçar a curiosidade.

No dia 16 de julho, acontece em São Mateus do Sul a II Mostra de Folclore Polonês. Pela primeira vez, a cidade recebe um grupo folclórico vindo da Polônia. O evento acontece no Salão Paroquial da Igreja Matriz São Mateus. Que tal aproveitar essa oportunidade para trocar experiências e conhecer um pouco mais sobre nossas culturas?

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Foto: Larissa Drabeski

Fontes:

http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2015/06/como-cultura-influencia-no-desenvolvimento-da-crianca

http://www.qdivertido.com.br/verartigo.php?codigo=57

Pelo direito de estar vivo – e de dançar

Dançarina com paralisia cerebral dá uma lição sobre os limites humanos

 (Texto publicado originalmente em levante.fot.br. Colaboração: Gazeta de Rosário)
E se você tivesse a oportunidade de realizar seus sonhos por meio da dança? Superar limites, conhecer o mundo, receber sorrisos, ser aplaudido, sentir a empolgação e o reconhecimento do público faz o coração de qualquer pessoa bater acelerado. Sentir-se vivo. Isto é o que a dançarina Bruna Prates, 17 anos, está conquistando juntamente com o seu professor Paulo Evandro Costa, 40.

“Tudo o que é vivo, se dança. As árvores, se o vento sopra, elas dançam. A dança seria a comemoração do direito de estar vivo”, exclama a dançarina, que desconhece limites. A eterna comemoração, transformada em dança nos palcos da pequena cidade de Rosário do Sul, na Fronteira Oeste do RS, faz de sua vida uma série de conquistas. Bruna nasceu com uma paralisia cerebral que a impede de caminhar sem algum tipo de apoio. Isso não a impede de dançar.

Foto 1Foto: Viviane Macedo

A dupla ocupa os palcos para exibir passos que emocionam públicos de todas as idades, ao contar a história de um palhaço que chega à cidade e encontra uma menina observando-o dançar. Ele a convida, mas ela insiste em dizer que não pode, que não é possível. O palhaço, com todo o amor do mundo, mostra à menina que ela pode fazer tudo o que ela realmente quiser. E assim, eles descobrem um amor enorme entre eles e deles pela dança. Suas performances renderam uma chamada para se apresentar em Montevideo, no Uruguai. Depois disso, viria a grande surpresa: um convite para se apresentar na Itália e na Espanha.

“Eu entrei na dança para ser feliz, e consegui muito mais do que isso”, diz Bruna.
“Eu nunca imaginei que poderia viajar o mundo pela dança. Sempre quis viajar, conhecer culturas diferentes, me testar. Nada do que a gente colhe hoje, eu imaginei. Eu entrei na dança para ser feliz, e consegui muito mais do que isso. Eu me descobri, e posso descobrir o mundo, as sociedades, as culturas”, afirma Bruna.

Quem a acompanha é Paulo. Ator, diretor, coreógrafo e professor, ele admite que, quando convidou Bruna para dançar, não imaginava que ela pudesse aceitar. “E eu fiquei enrolando, enrolando, até que chegou uma hora e eu quis ser honesto e perguntei: O que eu vou fazer? Como eu vou te segurar? E se eu te derrubar? Bruna respondeu: se eu cair, não tem problema. Você me dá a mão, a gente levanta e segue”.

Sua tarefa de ensinar há tempos se tornou também um grande aprendizado. “Com ela, eu aprendo a não reclamar do que a vida te oferece, e simplesmente a aceitar que a vida nos oferece sempre coisas mais importantes para serem feitas”, reflete o ator.

Para conhecer mais sobre a história dos dois e ajudá-los a seguir trilhando este caminho, acompanhe os perfis no Facebook da Bruna e Paulo.

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Foto: Divulgação

“Com ela, eu aprendo a não reclamar do que a vida te oferece”, diz Paulo.

 

Dia Mundial do Doador de Sangue: saiba como se tornar um herói

Hoje comemoramos o Dia Mundial do Doador de Sangue, momento de valorizar esses verdadeiros heróis. A doação de sangue é um gesto de solidariedade com uma importância muito grande para quem recebe.

A estimativa é que 1,8% da população brasileira doa sangue. O ideal, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, era que esse percentual fosse entre 3% e 5% da população.

Mas, como fazer para aumentar este número? Nós apostamos na conscientização. É preciso preparar nossas crianças desde pequenas para serem futuras doadoras.

Se elas virem seus pais doando sangue, com certeza, estarão mais motivadas a aderirem a esta causa futuramente.

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(Imagem: Flickr/ GOVBA)

Conheça os requisitos para a doação e torne-se você também um super-herói!

Para ser doador é preciso:

– Estar em boas condições de saúde

– Ter entre 16 e 67 anos (menores de idade com autorização e presença do responsável legal)

– Pesar no mínimo 50Kg

– Estar descansado e alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação)

– Apresentar documento oficial com foto (Carteira de Identidade, Carteira do Conselho Profissional, Carteira de Trabalho, Passaporte ou Carteira Nacional de Habilitação)

 

Impedimentos temporários à doação:

– Gripe ou resfriado: aguardar 7 dias após a cura

– Diarreia: aguardar 7 dias após a cura

– Durante a gravidez: 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana

– Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses)

– Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação

– Tatuagem nos últimos 12 meses

– Piercing nos últimos 12 meses (piercing genital e oral 12 meses após a retirada)

– Tratamento dentário: período varia de 1 a 7 dias

– Situações nas quais houve maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses)

– Outras situações a serem avaliadas

 

Impedimentos definitivos:

– Hepatite viral após os 10 anos de idade

– Diabetes insulinodependente

– Epilepsia ou convulsão

– Hanseníase

– Doença renal crônica

– Antecedentes de Neoplasias (Câncer)

– Antecedentes de acidente vascular cerebral (Derrame)

– Evidência Clínica ou Laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (Vírus HIV), Doenças associadas ao HTLV I/II e Doença de Chagas

(Fonte: http://www.saude.pr.gov.br)

Se você tiver mais dúvidas, pode visitar a página das instituições que fazem a coleta de sangue, como o Hemepar.

 

5 cuidados com seu bebê em dias de frio intenso

Uma nova massa de ar congelante atingiu a Região Sul esta semana. Se nós, adultos, precisamos de cuidados nos dias de frio intenso, imagina os bebês, que são muito sensíveis e estão com o sistema imunológico em desenvolvimento.

Pensando no bem-estar da sua família, nós separamos algumas dicas que vão ajudá-la a aproveitar o melhor do inverno com o seu bebê.

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1- Garanta a temperatura e a umidade ideais dos ambientes. Um aquecedor é uma boa opção para garantir o conforto das crianças durante a noite, mas é preciso ter cuidado para que o ar não fique muito seco. Para isso, você pode usar um umidificador ou mesmo toalhas molhadas no quarto do bebê.

2 – Na hora do banho, o ambiente deve estar aquecido e a água, na temperatura ideal: nem muito fria, nem muito quente, para não agredir a pele delicada do bebê. O ideal é um banho rápido, após o qual você deve ter cuidado para deixá-lo sequinho e com a pele hidratada.

3 – Para manter as doenças de inverno longe de sua casa, evite contato com pessoas gripadas ou resfriadas e não fique em ambientes com grande concentração de pessoas.

4 – Aposte nas luvas e gorros, porque os bebês perdem muito calor pelas extremidades. Na loja Mamãe & Bebê, você encontra kits de luvas bastante versáteis e que podem ser usados no dia a dia.

5 – Use roupas quentes e confortáveis. Como a pele do bebê é bastante sensível, opte por tecidos confortáveis de materiais como algodão. Além disso, a dica é vesti-los em camadas, assim, fica mais fácil se adaptar às mudanças de temperatura.

Em nossa loja, você também encontra várias opções de moda bebê. São produtos de qualidade, com preços especiais.

E você, mamãe, gostou das dicas? Quais outros truques vocês usam para manter sua família quentinha? Deixe seu comentário!

Por uma infância mais feliz: Dia Mundial Contra a Agressão Infantil

Zelar pelas crianças não é tarefa apenas dos pais, mas de toda a sociedade. Por isso, em 1959, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou a Declaração dos Direitos da Criança com dez princípios básicos:

1 – Todas as crianças, independentemente de cor, sexo, língua, religião ou opinião, têm os direitos a seguir garantidos.

2 – A criança será protegida e terá desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social adequados.

3 – Crianças têm direito a nome e nacionalidade.

4 – A criança terá direito a alimentação, recreação e assistência médica.

5 – Crianças deficientes terão tratamento, educação e cuidados especiais.

6 – A criança precisa de amor e compreensão.

7 – A criança terá direito a receber educação, que será gratuita pelo menos no grau primário.

8 – As crianças estarão, em quaisquer circunstâncias, entre os primeiros a receber proteção e socorro.

9 – A criança será protegida contra qualquer crueldade e exploração. Não será permitido que ela trabalhe ou tenha ocupação que prejudique os estudos ou a saúde.

10 – Toda criança terá proteção contra atos de discriminação.

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Infelizmente, nem sempre esses direitos são atendidos. Há muitos casos de crianças que sofrem com diversos tipos de violência. Vemos com frequência casos de agressões físicas violentas contra bebês e crianças. Em outras situações, há exploração do trabalho infantil, com atividades que privam o acesso à educação e não oferecem uma remuneração digna. Vemos também crianças colocadas em risco por conta de guerras civis, como os pequenos imigrantes Sírios que morreram na tentativa de chegar à Europa.

São muitas as vítimas.

Hoje, é o Dia Mundial contra a Agressão Infantil, data importante para reflexão. Como nossa sociedade está agindo para proteger aqueles que são o futuro do nosso mundo?

Você também pode contribuir para que todas as crianças tenham uma infância mais feliz. Se presenciar casos de violência, denuncie. Entre em contato com o Conselho Tutelar ou disque 100.